Você se lembra de quem era antes de ser mãe?

 

Aquela mulher que tinha sonhos, vontades, paixões. Que fazia planos pequenos e grandes, dançava sem motivo, ria alto sem se preocupar com o que iam pensar. Às vezes parece que ela ficou lá atrás, esquecida num tempo onde você ainda se reconhecia no espelho.

 

Com o tempo, a maternidade vai ocupando tudo. O corpo, os pensamentos, a agenda, o silêncio. A gente se perde no meio do que é urgente. Ajudar com a lição, lembrar da consulta, fazer o jantar, trabalhar, estar disponível o tempo todo. E, no meio disso tudo, aquela mulher vai ficando em segundo plano. Às vezes, em último.

Mas ela não sumiu. Ela está aí, embaixo do cansaço, da irritação, da exaustão. Ela observa, espera e sente saudade.

É preciso coragem para se perguntar o que ainda te faz bem. O que te faz sentir viva, não só como mãe, mas como mulher. Não é egoísmo querer um tempo só seu, não é luxo se cuidar, é necessário. Porque quando você se escolhe, mesmo que um pouquinho por dia, a maternidade deixa de ser peso e passa a ser presença, a vida ganha um pouco mais de cor, e os filhos, mesmo que não saibam explicar, sentem a diferença.

 

 

 

Você não deixou de ser mulher quando se tornou mãe, mas talvez tenha deixado de se ouvir. E ainda dá tempo de reaprender, de voltar pra si, de lembrar de quem começou essa história: você.

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Para finalizar:

 

Pergunte a si mesma hoje:
– O que eu amo fazer só por mim?
– O que me faz sorrir de verdade?
– Quando foi a última vez que eu me senti viva – não como mãe, mas como mulher?

E, no fundo, o maior presente que você pode dar aos seus filhos é mostrar que você é feliz, porque é assim que eles aprendem a buscar a própria felicidade também.

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